Brasil, um diagnóstico: CID10 — B83sonaro.17 outras helmintíases no poder



Atualmente o poder executivo, parte do legislativo e, também, parte do judiciário está impregnado por uma interação sociopata em que uma espécie de parasita (não nova, mas mutante e mais grave) se associa a um ou vários hospedeiros, causando prejuízos inestimáveis a toda uma nação. Estes vermes podem viver na superfície externa do país, sendo conhecidos por bolsonaristas (moristas, lavajatistas, olavistas, empresários…), ou no interior do corpo estatal, sendo chamados de governo Bolsonaro. Dentre esses parasitas, existem aqueles que representam um perigo iminente e de danos incalculáveis para a sociedade uma vez que criam o cenário perfeito para o caos e o acúmulo indiscriminado de mortes evitáveis, como os senadores e deputados bolsonaristas e o próprio Bolsonaro. Bolsonaro constitui um grupo numeroso (zero um, zero dois, zero três…) de parasitas, incluindo espécies de “vida livre” e também parasitária, como Regina Duarte.


Regina Duarte é uma criatura que se agarra ao corpo do helminto presidencial, como se este fosse um pepino do mar e ela um peixe-pérola. Mas ambos são análogos, são vermes. E estão rastejando sobre nossos cadáveres, transacionando os resíduos de nossos entes queridos. Regina Duarte e Bolsonaro salivam na eminência do colapso do sistema onde sacrificamos profissionais da saúde.


E, para esses parasitas, qual será o vermífugo ideal?


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© 2020 por Leonardo T. Vieira.

Campo Grande, MS. Brasil.